Questão de sobrevivência policial: minimizando os riscos da profissão

Autores

  • Alexandre Flecha Campos Polícia Militar do Estado de Goiás

DOI:

https://doi.org/10.29377/rebesp.v3i2.86

Resumo

Com o aumento da criminalidade violenta no Brasil o profissional de segurança pública vem se tornando vítima deste mesmo cenário. A mídia tem noticiado diuturnamente elevadas baixas de policiais, seja por lesões graves permanentes, óbitos ou envolvimento em procedimentos judiciais desnecessários, levando-o a um grupo de risco contra sua própria segurança. Torna-se inevitável que este profissional aja pro ativamente buscando se qualificar técnica e psicologicamente ao momento da tomada de decisões para o exercício do seu dever legal, em serviço ou de folga, pois a sociedade espera uma tomada de decisão equilibrada, aceitável e uma ação eficiente.

Biografia do Autor

Alexandre Flecha Campos, Polícia Militar do Estado de Goiás

Atualmente é chefe do Centro de Instrução da PMGO; Instrutor do CGESP na Disciplina de Tiro Policial Defensivo; Técnico do Uso Progressivo da Força no POP (Procedimento Operacional Padrão), Tutor do SENASP/EAD e Instrutor da Forçaa Nacional. Bacharel em Administração de Empresas/FACH; Especialista em Docência Universitária FAC/LIONS; Especialista em Direitos Humanos PMGO/UCG/UFG; Especialista em Ensino/PMGO; MBA em Mobilização Nacional/UNIVERSO; Especialista em Gerenciamento em Segurança Pública; Mestrando em Educação/UNIV. CAMBRIDIGE; Curso de Formação de Oficiais/PMGO; Colaborador do SENASP como coordenador nacional do Uso Progressivo da Força; ADESG/GO XVII Ciclo e ESG/2006 entre inúmeros outros cursos de natureza tático operacional.

Publicado

2009-12-29

Edição

Seção

Artigos