O ESTRESSE E IMPACTO NA SAÚDE MENTAL DE POLICIAIS MILITARES TRABALHADORES DO COPOM NO INTERIOR DE SÃO PAULO

Autores

  • Andréa da Silva Mazariolli UNIVERSIDADE PAULISTA
  • Ana Luiza de Souza Paula
  • Carla Larissa Victoriano dos Santos

DOI:

https://doi.org/10.29377/rebesp.v15i01.607

Resumo

Este artigo teve como objetivo avaliar e dimensionar o estresse ocasionado a partir da rotina do trabalho de trinta policiais militares que exercem atividades no Centro de Operações da Polícia Militar (COPOM) como atendentes e despachadores, e investigar o impacto do estresse na saúde mental desses profissionais. Para tanto, esse estudo teve também o objetivo de, a partir dos resultados obtidos, contribuir para novos dados estatísticos e futuros estudos de validação do ISSL. Os instrumentos utilizados foram o Inventário de Sintomas de Stress para adultos de Lipp, que contribuiu para dimensionar a ocorrência e os níveis de estresse dos policiais militares e o Questionário Sociodemográfico – QSD utilizado para o reconhecimento do público-alvo da pesquisa. Destaca-se que em relação ao gênero, das duas (02) policiais que participaram do estudo, 100% apresentaram sintomas de estresse e do público masculino dos 28 participantes, 12 apresentaram estresse correspondendo a 42,8% dos resultados da pesquisa. E referente as fases do estresse e os sintomas indicados 36,66 % estão na fase de resistência e 10 % na fase quase exaustão. Os resultados demonstraram que são necessárias ações preventivas e de tratamento para esses profissionais principalmente um olhar para o público feminino. A profissão policial é uma profissão que expõe o trabalhador em estresse constante e os profissionais dessa área podem desencadear psicopatologias, que os levam ao sofrimento mental. Por isso, esse estudo contribuiu para possíveis intervenções no que se refere ao trabalho do policial e a saúde mental.

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Publicado

2022-01-27