A publicação do conhecimento em Segurança Pública no Brasil
Resumo
O trabalho foi desenvolvido em oito capítulos, demonstrando claramente anecessidade de integrar os bancos de dados dos órgãos que compõem o sistema de defesa
social de uma unidade federativa, de modo a ser desenvolvida uma ferramenta tecnológica
que possa ser acessada pelo homem de ponta do sistema, assim entendido, qualquer
usuário credenciado ao uso da informação e que venha retroalimentá-lo. No primeiro
capítulo, fazemos a introdução desta pesquisa, com a análise da conjuntura do sistema de
segurança pública e sua relação com a tecnologia da informação, evidenciando que há uma
gama de informações estanques distribuídas nos diversos bancos de dados nos vários
órgãos que fazem parte da segurança pública e da defesa social. Assim sendo, o capitulo
dois aborda, com maior profundidade, os bancos de dados da segurança pública e os
modelos de interligação, que utilizam a tecnologia da informação como instrumento de
integração dos diversos órgãos, mostrando de maneira clara como a informatização dos
diversos procedimentos dentro do ciclo policial e de justiça criminal podem ser
sistematizados, a fim de gerar dados confiáveis e analisáveis, possibilitando a gestão
qualitativa e a medição da eficiência das ações e das instituições envolvidas nos referidos
ciclos e do próprio sistema de defesa social. O capitulo três traz à discussão a idéia de que
todos os órgãos estatais envolvidos na resolutividade dos problemas que dizem respeito Ã
proteção, ao socorro do cidadão formam um sistema único, ainda que pertencentes a
diversas esferas e poderes do Estado, denominado de Sistema de Defesa Social, os quais
precisam ter a eficácia medida e seus procedimentos controlados, a fim de que o cidadão
tenha uma resposta na exata proporção de seus tributos. O capitulo quatro sinaliza
claramente como deve ser organizado um Sistema de Defesa Social, demonstrado por meio
de uma experiência inovadora da PMMG, permitindo-nos uma verdadeira visão dos
aspectos organizacionais e fazendo um mergulho pelos módulos que compõem o sistema e
a integração com os diversos bancos de dados já existentes no sistema de defesa social. O
capítulo cinco evidencia a experiência de Minas Gerais, mostrando como está
desenvolvido seu sistema, seus módulos e as melhorias que podem ser obtidas, a partir da
aplicação real do sistema. O capítulo seis apresenta os diversos bancos de informações, que
contribuem como fonte de dados ao sistema de defesa social em seus diversos módulos. O
capítulo sete faz um aprofundamento no módulo âncora do sistema, o Registro Eletrônico
de Eventos de Defesa Social (REDS), sua importância no serviço operacional e os
benefícios organizacionais, sendo a fonte imperiosa de dados, analisados e processados
pelo módulo de estatística espacial, irão orientar as decisões táticas e estratégicas para a
segurança da sociedade. O capitulo oito faz a conclusão desta pesquisa, chamando a
atenção para o fato de que em plena era da informação, a segurança pública não pode
dispensar o emprego maciço da Tecnologia da Informação (TI) como recurso de gestão,
conduzindo o modelo atual de bancos de dados estanques, para um modelo gerencial
integrado, com amplo acesso, com processos e procedimentos bem definidos, ensejando a
qualificação dos dados e nos resultados de sua análise, permitindo ao gestor do governo
eletrônico, uma visão panorâmica das necessidades e deficiências do sistema, de forma a
melhorá-lo continuamente e otimizando o empenho de recursos humanos e materiais em
prol da qualidade de vida da sociedade.
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Publicado
2009-07-22
Edição
Seção
Editorial
Licença
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