A criação da patrulha maria da penha contribuiu para diminuição dos casos de violência contra mulher, em Goiânia no ano de 2017 ou apenas auxilia no acompanhamento de vítimas já agredidas?
Resumo
O trabalho a seguir tem por escopo analisar a evolução da violência contra mulher no Estado de Goiás, mais precisamente na grande metrópole goiana, nos anos de 2016 e 2017, com base em estudos realizados através de pesquisas bibliográficas, documental, jornais e ainda acerca de índice de crescimento ou diminuição e entrevista com a responsável pelo programa de monitoramento dos agressores, no Estado de Goiás. A violência contra mulher existe desde os primórdios da história. O ser feminino por diversas vezes foi tratado invisível aos olhos da sociedade, tendo atingindo maior visibilidade apenas a partir dos anos 70, graças a movimentos feministas. Tinham sua vida social e seus direitos suprimidos pelo ser masculino. A violência contra mulher não se concretiza apenas em violência física, mais ainda de ataques ao seu psicológico, à sua moral, ao seu patrimônio e também à sua sexualidade. No ano de 2006, visando o combate aos crimes praticados contra mulher, surge a Lei Nº 11.340/2006, Lei Maria da Penha, que visa a penalização dos agressores como também a proteção das vítimas. Outro ponto importante a ser elencado neste estudo, é a criação da Patrulha Maria da Penha, no ano de 2015, no âmbito da Policia Militar, qual tem por atividade fim o monitoramento quanto ao cumprimento das Medidas Protetivas de Segurança das vítimas de violência doméstica. É preciso saber se tal programa de fato logra êxito em sua finalidade e se sua atuação tem contribuído ou não para diminuição na reincidência das agressões.
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