Direitos humanos e polícia militar

Percepções e significados para os policiais militares do 17º bpm na cidade de Águas Lindas - Goiás

Autores

  • Christiane Alcantara Honório Polícia Militar do Estado de Goiás
  • Sullyvan Garcia da Silva Polícia Militar do Estado de Goiás

DOI:

https://doi.org/10.29377/rebesp.v11i1.322

Resumo

Este estudo tem como objetivo demonstrar a percepção da polícia militar sobre a representação dos direitos humanos e identificar se o policial militar reconhece a importância desses direitos, além de avaliar a influência das comissões de direitos humanos na atuação policial. Para isso foi feita pesquisa de campo por meio de questionário anônimo estruturado aplicado aos policiais que compõem o efetivo do 17º BPM na Cidade de Águas Lindas - Goiás. Verificou-se que aproximadamente metade dos policiais reconhece a importância dos direitos humanos concordando com sua criação, no qual, assegura as garantias e liberdades de todos, porém o restante acredita que os direitos humanos surgiram apenas para defender bandidos. A grande maioria dos policiais concorda que o fundamento dos direitos humanos é desconstruído pela atuação das comissões que não admitem o trabalho legítimo do policial no desempenho do uso seletivo da força e destorcem as situações para favorecer o infrator da lei, alegando que ele seja mais uma vítima da sociedade. Esta pesquisa é importante, pois demonstra a visão do policial sobre a representatividade dos Direitos Humanos e salienta o quanto a influência desenvolvida pelas Comissões afeta na atuação policial.

Biografia do Autor

Sullyvan Garcia da Silva, Polícia Militar do Estado de Goiás

Professor orientador: Mestre em Educação, Professor do Programa de Pós-Graduação e Extensão do Comando da Academia da Polícia Militar de Goiás CAPM, Águas Lindas-Go, Abril de 2018.

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Publicado

2018-08-03

Edição

Seção

Artigos