Percepção de Cidadania no Sistema Prisional Brasileiro: uma interface com as políticas sobre álcool e outras drogas

Autores

  • Lívia Pires Guimarães PUCMINAS
  • Amadeu Roselli Cruz FACULDADE PROMOVE

DOI:

https://doi.org/10.29377/rebesp.v6i1.164

Resumo

O sistema penitenciário remonta da era medieval, porém, ao longo do tempo vem apresentando mudanças paradigmáticas concernentes ás perspectivas de punição e á própria visão que se tem do indivíduo que cometeu um crime. Na contemporaneidade, a sociedade se depara com novas questões, denunciadas por meio do uso abusivo de drogas e do tráfico de drogas. Por meio da revisão da literatura, este artigo teve como objetivo promover uma discussão ampliada sobre as interfaces que perpassam o sistema prisional e as políticas públicas sobre drogas. Tal discussão possibilita a percepção de que, ainda que o Poder Público venha somando esforços no sentido de fazer cumprir a lei que resguarda a cidadania do sentenciado, questões arraigadas, muitas vezes pautadas pelo modelo moral de compreensão da doença ainda impedem que o Estado garanta os direitos dos usuários de drogas cumprindo penas privativas de liberdade.

Biografia do Autor

Lívia Pires Guimarães, PUCMINAS

Psicóloga pela FUMEC, Especialista em Criminologia pela PUCMINAS / ACADEPOL, Especialista em Gestão Pública em Organizações de Saúde pela UFJF, Especialista em Dependência Química pela UNIFESP, Mestre em Educação, Cultura e Organizações Sociais pela FUNEDI / UEMG, Professora e Coordenadora do curso de especialização em Dependência Química do IEC-PUCMINAS.

Amadeu Roselli Cruz, FACULDADE PROMOVE

Psicólogo pela UFMG, Especialista em Psicologia Clínica pelo Centro Universitário Newton Paiva, Especialista em Violência Doméstica Contra Crianças e Adolescentes pela USP, Mestre em Psicologia pela UFMG, Doutorado em Estudos Linguísticos pela UFMG, Pós-Doutorado em Psicologia pela Universidade Santa Úrsula

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Publicado

2014-05-07

Edição

Seção

Artigos